Seu sonho pode virar

realidade

Oi, meu nome é Maite Covas

Eu sou médica, ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana. Hoje eu vim falar um pouquinho para vocês sobre a minha formação e me apresentar um pouco melhor. 

 

Eu sou formada pela PUC Campinas, então eu morei seis anos em Campinas durante a minha graduação em medicina. Depois de formada, eu atuei um ano em uma UBS, na atenção básica, onde eu atendi a casos de clínica médica e comecei a fazer pré-natal e atendimento de saúde da mulher.

 

Durante esse período, eu decidi finalmente que eu queria me especializar em ginecologia e obstetrícia. Me mudei para São Paulo e fiz residência no Hospital Israelita Albert Einstein.

 

Foram três anos de formação integral em ginecologia e obstetrícia, atuando em doenças benignas, malignas, pré-natal de alto e baixo risco, e também na assistência ao parto em hospitais do SUS e hospitais privados. 

 

Bem no finalzinho da residência, eu conheci o Projeto Beta, e foi onde eu tive meu primeiro contato com a reprodução humana. E aí eu decidi que era isso que eu queria fazer da vida.

 

Em 2019, eu entrei para o programa de Fellow em Especialização em Reprodução Humana em Fertilidade Conjugal da Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva e do Projeto Beta, onde eu fiquei dois anos e meio em formação, também durante a pandemia. 

 

Em 2021, eu recebi o título de Especialista em Medicina Reprodutiva pela FEBRASGO. E desde então, eu trabalho na FIV São Paulo, clínica especializada em reprodução assistida.

 

Aqui, a gente tem os mais diversos tratamentos para você que quer constituir sua família. Inseminação intrauterina, fertilização in vitro e tratamento também de congelamento de óvulos. 

 

Se você quer entender melhor sobre a sua saúde reprodutiva ou precisa de apoio nessa jornada para construir a sua família, conte comigo.

Conheça os

tratamentos

Missão:

Apresentar outro lado dos cuidados médicos para as pessoas, independentemente de seu gênero, idade, origem étnica ou orientação sexual, proporcionar bem-estar. Meu foco principal é na reprodução assistida, ginecologia e saúde geral, promovendo o bem-estar físico, emocional e psicológico das minhas pacientes. Buscando proporcionar um ambiente seguro e inclusivo, onde todos se sintam respeitados e cuidados em sua jornada de saúde.

Visão:

Reconhecer a importância da disseminação da saúde e bem-estar de todos, sem distinção de quem são. Meu compromisso é com a excelência clínica, a inovação tecnológica e o atendimento humanizado. Promover a tomada de decisões informadas do paciente sobre sua saúde e alcançar seus objetivos de forma inclusiva, possibilitando uma jornada de cuidado baseada na confiança, respeito e empatia. 

Valores

Inclusão e Diversidade:

Referência em acolhimento para todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero, orientação sexual, raça, origem étnica ou crenças, e respeito sua singularidade.

Cuidado Centrado na Paciente:

Priorização sob a individualidade de cada paciente, ouvindo atentamente suas preocupações e oferecendo tratamento personalizado e atenção individualizada.

Respeito e Empatia:

Demonstração de respeito incondicional por todas as pessoas, tratando-as com empatia e compreensão em todos os aspectos de sua jornada de saúde.

Excelência Clínica:

Comprometimento em manter os mais altos padrões de conhecimento e prática clínica, buscando continuamente aprimorar minhas habilidades e conhecimentos.

Integridade e Transparência:

Integridade e transparência em todos os relacionamentos, mantendo a confiança dos pacientes.

Com essa missão, visão e valores, a Dra. Maitê Covas busca criar um ambiente de cuidado inclusivo, onde todas as pessoas possam encontrar suporte e orientação para sua saúde e bem-estar.

Perguntas frequentes

Existem diversos métodos contraceptivos disponíveis, e a escolha do método mais adequado para uma pessoa depende de vários fatores, como idade, saúde, estilo de vida, preferências pessoais e histórico médico. Alguns dos métodos contraceptivos mais comuns e eficazes incluem:

  1. Pílula anticoncepcional: É um comprimido hormonal que deve ser tomado diariamente e impede a ovulação.
  2. Dispositivo Intrauterino (DIU): É um pequeno dispositivo inserido no útero, que pode ser de cobre ou hormonal. O DIU impede a gravidez por diferentes mecanismos e pode durar vários anos.
  3. Implante contraceptivo: É um pequeno bastão flexível que é inserido sob a pele do braço e libera hormônios para prevenir a gravidez por um período de até três anos.
  4. Adesivos contraceptivos: São adesivos finos que liberam hormônios quando aplicados na pele. Eles devem ser trocados semanalmente.
  5. Anel vaginal: É um anel flexível colocado na vagina, que libera hormônios e deve ser substituído mensalmente.
  6. Injeção contraceptiva: É uma injeção hormonal que deve ser administrada a cada três meses.
  7. Preservativo masculino e feminino: São barreiras físicas que impedem a gravidez e também ajudam a prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
  8. Diafragma e capuz cervical: São dispositivos de barreira colocados no colo do útero antes da relação sexual para evitar a concepção.

É importante conversar com um profissional de saúde, como um ginecologista, para discutir suas opções e decidir qual método contraceptivo é mais adequado para você, levando em consideração sua saúde, necessidades individuais e preferências pessoais. Cada método possui vantagens, desvantagens e possíveis efeitos colaterais, e a escolha dependerá de uma avaliação completa de sua situação específica.

Existem várias medidas que você pode adotar para aumentar suas chances de engravidar naturalmente. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar:

  1. Mantenha uma alimentação saudável: Consuma uma dieta equilibrada, rica em nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e antioxidantes. Inclua alimentos como frutas, legumes, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis em suas refeições.
  2. Mantenha um peso saudável: O peso excessivo ou abaixo do ideal pode afetar a fertilidade. Mantenha-se dentro de uma faixa de peso saudável para sua altura e estrutura corporal.
  3. Faça exercícios regularmente: Pratique atividades físicas de forma regular, pois o exercício regular pode ajudar a manter um peso saudável e melhorar a saúde geral.
  4. Evite o tabagismo e o consumo excessivo de álcool: Fumar e beber em excesso podem diminuir a fertilidade tanto em homens como em mulheres. Tente parar de fumar e limite o consumo de álcool.
  5. Tenha relações sexuais no período fértil: Identifique o seu período fértil, que geralmente ocorre no meio do ciclo menstrual, e tenha relações sexuais regularmente nesse período para aumentar as chances de concepção.
  6. Reduza o estresse: O estresse crônico pode afetar a fertilidade. Encontre maneiras de reduzir o estresse, como praticar técnicas de relaxamento, meditação, ioga ou buscar hobbies e atividades prazerosas.
  7. Conheça o seu ciclo menstrual: Esteja atenta ao seu ciclo menstrual e identifique possíveis irregularidades. Se notar algo fora do comum, consulte um médico especialista.
  8. Realize exames médicos regulares: Faça exames ginecológicos regulares para garantir que sua saúde reprodutiva esteja em ordem. Se houver alguma preocupação, um médico especialista poderá realizar uma avaliação mais detalhada.

Lembre-se de que cada pessoa é única e pode enfrentar desafios diferentes quando se trata de engravidar. Se você está tentando engravidar há um tempo e não obteve sucesso, é recomendado buscar a orientação de um médico especialista em reprodução assistida, que poderá realizar exames e oferecer tratamentos adequados, se necessário.

Os desequilíbrios hormonais podem se manifestar de diferentes formas e apresentar uma variedade de sinais e sintomas. Alguns dos sinais e sintomas comuns de desequilíbrios hormonais incluem:

  1. Irregularidades menstruais: Ciclos menstruais irregulares, menstruação intensa ou prolongada, ausência de menstruação (amenorreia) ou menstruação muito frequente (polimenorreia).
  2. Alterações no humor: Mudanças de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão ou falta de motivação.
  3. Ganho ou perda de peso inexplicável: Desequilíbrios hormonais podem contribuir para dificuldades em manter um peso saudável.
  4. Distúrbios do sono: Insônia, dificuldade em adormecer, acordar durante a noite ou sono excessivo.
  5. Fadiga crônica: Sentir-se constantemente cansada, mesmo após uma boa noite de sono.
  6. Alterações na pele e cabelo: Pele oleosa, acne, pele seca, queda de cabelo ou crescimento excessivo de pelos no corpo.
  7. Alterações no apetite: Aumento ou diminuição do apetite, desejos alimentares intensos ou compulsão alimentar.
  8. Problemas de fertilidade: Desequilíbrios hormonais podem afetar a ovulação e a fertilidade.

O tratamento para os desequilíbrios hormonais depende da causa subjacente e dos sintomas específicos apresentados. Algumas opções comuns de tratamento incluem:

  1. Medicamentos: Hormônios podem ser prescritos para ajudar a equilibrar os níveis hormonais, como pílulas anticoncepcionais, terapia hormonal ou medicamentos específicos para determinados distúrbios hormonais.
  2. Alterações no estilo de vida: Uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, gerenciamento do estresse e hábitos de sono saudáveis podem ajudar a regular os hormônios.
  3. Terapias complementares: Terapias alternativas, como acupuntura, fitoterapia e suplementação de nutrientes específicos, podem auxiliar na regulação hormonal.
  4. Tratamentos específicos: Em alguns casos, tratamentos específicos podem ser necessários para tratar condições subjacentes que causam desequilíbrios hormonais, como cirurgia para remover tumores hormonais ou tratamento de condições da tireoide.

É importante consultar um médico especialista em saúde hormonal, como um endocrinologista ou ginecologista, para realizar uma avaliação adequada e receber orientações personalizadas para o tratamento dos desequilíbrios hormonais.

Para avaliar a fertilidade, existem alguns exames e testes que podem ser realizados. É importante ressaltar que os exames específicos podem variar de acordo com a sua história clínica, idade e outros fatores individuais. No entanto, aqui estão alguns dos exames e testes comuns que podem ser solicitados para avaliar a fertilidade:

  1. História clínica e exame físico: Um médico especialista em fertilidade ou ginecologia realizará uma entrevista detalhada para obter informações sobre o histórico menstrual, antecedentes médicos, cirúrgicos, uso de medicamentos, estilo de vida e fatores de risco que possam afetar a fertilidade. O exame físico também pode ser realizado para verificar a saúde reprodutiva.
  2. Hormônios: Exames de sangue podem ser realizados para avaliar os níveis hormonais relacionados à fertilidade. Alguns dos hormônios que podem ser avaliados incluem hormônio folículo-estimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), estradiol, progesterona, hormônio anti-mülleriano (AMH), entre outros. Esses exames ajudam a avaliar a reserva ovariana e a função hormonal.
  3. Ultrassom transvaginal: Esse exame de imagem é realizado para avaliar a saúde e a anatomia dos órgãos reprodutivos, como os ovários e o útero. Ele pode ajudar a identificar possíveis problemas, como cistos ovarianos, pólipos uterinos ou anomalias estruturais.
  4. Histerossalpingografia: É um exame de imagem no qual é injetado um contraste através do colo do útero para visualizar a cavidade uterina e as trompas de falópio. Ele pode ajudar a detectar obstruções tubárias ou anomalias uterinas que possam interferir na fertilidade.
  5. Espermograma: É um exame realizado para avaliar a saúde e a qualidade do esperma em homens. Ele analisa características como a contagem, motilidade e morfologia dos espermatozoides.
  6. Testes de ovulação: São testes que podem ser realizados em casa para detectar o momento da ovulação, auxiliando no planejamento das relações sexuais durante o período fértil.
  7. Outros testes específicos: Dependendo da situação, outros testes podem ser solicitados, como testes genéticos, testes de reserva ovariana mais detalhados, biópsia endometrial, entre outros.

Lembrando que é fundamental consultar um médico especialista em fertilidade ou ginecologia para realizar uma avaliação completa e receber orientações específicas sobre quais exames são mais indicados no seu caso. Cada pessoa é única, e o plano de avaliação será personalizado de acordo com suas necessidades individuais.

Existem diferentes tratamentos de reprodução assistida disponíveis, e o mais indicado para o seu caso dependerá de vários fatores, incluindo sua condição de saúde, histórico médico, idade, causa da infertilidade e preferências pessoais. Aqui estão alguns dos tratamentos de reprodução assistida mais comuns:

  1. Inseminação intrauterina (IIU): Nesse procedimento, os espermatozoides são preparados em laboratório e inseridos diretamente no útero durante o período fértil da mulher. A IIU é geralmente usada quando há problemas de qualidade do esperma, ciclos menstruais regulares e trompas de falópio saudáveis.
  2. Fertilização in vitro (FIV): Na FIV, os óvulos são coletados da mulher e fertilizados em laboratório com os espermatozoides do parceiro ou de um doador. Os embriões resultantes são cultivados em laboratório por alguns dias e, em seguida, um ou mais embriões de boa qualidade são transferidos para o útero da mulher. A FIV é uma opção comum para várias causas de infertilidade, incluindo problemas nas trompas de falópio, endometriose, baixa contagem de espermatozoides ou fatores desconhecidos.
  3. Injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI): É uma técnica em que um único espermatozoide é injetado diretamente em um óvulo para fertilizá-lo. A ICSI é frequentemente utilizada quando há problemas graves de fertilidade masculina, como baixa contagem de espermatozoides, motilidade reduzida ou anormalidades morfológicas.
  4. Doação de óvulos ou espermatozoides: Quando há problemas graves de qualidade dos óvulos ou espermatozoides, pode ser considerada a opção de usar óvulos ou espermatozoides doados. Essa técnica envolve a obtenção de óvulos ou espermatozoides de um doador anônimo ou conhecido e a fertilização dos óvulos em laboratório.
  5. Transferência de embriões congelados: Se embriões excedentes resultarem de um ciclo de FIV, eles podem ser congelados (criopreservados) e posteriormente transferidos para o útero em ciclos subsequentes.

É fundamental consultar um médico especialista em reprodução assistida para avaliar seu caso individualmente, realizar exames específicos e discutir as opções de tratamento mais adequadas para você. Cada pessoa é única, e o plano de tratamento será personalizado para atender às suas necessidades e objetivos reprodutivos. O médico poderá orientá-la sobre os benefícios, riscos e taxa de sucesso de cada tratamento, ajudando-a a tomar uma decisão informada.

Lidar com a ansiedade e o estresse relacionados à infertilidade e aos tratamentos de reprodução assistida pode ser desafiador, mas existem estratégias que podem ajudar a enfrentar esses sentimentos. Aqui estão algumas sugestões:

  1. Busque apoio emocional: Compartilhar suas preocupações e emoções com pessoas de confiança, como seu parceiro, familiares ou amigos íntimos, pode ajudar a aliviar o peso emocional. Além disso, considerar participar de grupos de apoio de infertilidade, onde você pode se conectar com outras pessoas que estão passando por experiências semelhantes, pode ser reconfortante e encorajador.
  2. Informe-se: Procure obter informações precisas sobre a infertilidade e os tratamentos de reprodução assistida. Compreender o processo, as etapas envolvidas e as possíveis expectativas pode ajudar a reduzir a ansiedade causada pelo desconhecimento. Converse com seu médico especialista e faça perguntas para esclarecer suas dúvidas.
  3. Pratique técnicas de relaxamento: Encontre atividades que ajudem a relaxar e reduzir o estresse. Isso pode incluir técnicas de respiração, meditação, ioga, caminhadas ao ar livre, ou qualquer outra atividade que lhe proporcione momentos de tranquilidade e alívio.
  4. Cuide de si mesma: Dedique tempo para cuidar de si mesma e priorizar seu bem-estar físico e emocional. Isso pode envolver a prática de exercícios regulares, alimentação saudável, sono adequado, hobbies e atividades prazerosas. Fazer coisas que lhe tragam alegria e relaxamento ajudará a equilibrar as emoções e reduzir o estresse.
  5. Estabeleça limites: Defina limites claros em relação às discussões e informações sobre infertilidade e tratamentos de reprodução assistida. Isso pode envolver evitar conversas ou ambientes que possam aumentar a ansiedade e o estresse. Respeite suas necessidades emocionais e proteja-se quando necessário.
  6. Procure suporte profissional: Se a ansiedade e o estresse estiverem interferindo significativamente na sua qualidade de vida, considerar a busca de apoio de um profissional de saúde mental especializado em questões relacionadas à infertilidade pode ser benéfico. Um terapeuta ou psicólogo pode ajudar a desenvolver estratégias de enfrentamento e fornecer suporte emocional durante o processo.

Lembrando que cada pessoa é única, e nem todas as estratégias funcionam da mesma forma para todos. É importante encontrar o que funciona melhor para você e buscar o apoio necessário para enfrentar os desafios emocionais relacionados à infertilidade.

Vários fatores podem afetar a saúde reprodutiva. Alguns deles são:

  1. Idade: A fertilidade diminui com o avanço da idade, especialmente após os 35 anos. Isso ocorre porque a reserva de óvulos diminui e a qualidade dos óvulos também pode ser afetada.
  2. Estilo de vida: Hábitos como tabagismo, consumo excessivo de álcool, uso de drogas ilícitas e exposição a substâncias tóxicas podem prejudicar a saúde reprodutiva. É importante evitar esses hábitos e adotar um estilo de vida saudável.
  3. Peso corporal: Tanto o peso abaixo do ideal quanto o peso excessivo podem afetar a fertilidade. É recomendado manter um peso saudável por meio de uma dieta balanceada e prática regular de exercícios físicos.
  4. Alimentação: Uma dieta saudável e equilibrada, rica em nutrientes essenciais, vitaminas e minerais, pode ajudar a promover a saúde reprodutiva. Certos nutrientes, como ácido fólico, ferro e ômega-3, são especialmente importantes para a fertilidade.
  5. Doenças crônicas: Algumas condições médicas, como diabetes, hipertensão, doenças da tireoide e distúrbios autoimunes, podem afetar a fertilidade. É importante gerenciar essas condições de saúde adequadamente e buscar tratamento médico quando necessário.
  6. Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs): ISTs não tratadas, como clamídia ou gonorréia, podem causar danos nas trompas de falópio e afetar a fertilidade. É fundamental fazer exames regulares e tratar qualquer IST detectada.
  7. Estresse emocional: O estresse crônico e a ansiedade podem afetar a saúde reprodutiva. Encontrar maneiras de gerenciar o estresse, como exercícios físicos, meditação, terapia ou hobbies relaxantes, pode ser benéfico.

Para melhorar a saúde reprodutiva, algumas medidas que podem ser adotadas incluem:

  • Manter um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, atividade física regular e evitar hábitos prejudiciais, como fumar e consumir álcool em excesso.
  • Realizar exames de rotina e cuidar de qualquer condição de saúde existente.
  • Procurar um profissional de saúde especializado em saúde reprodutiva para orientações e avaliações regulares.
  • Utilizar métodos contraceptivos adequados para evitar gravidezes indesejadas e planejar o momento ideal para engravidar.
  • Buscar apoio emocional e cuidar do bem-estar mental durante o processo, especialmente se houver dificuldades ou preocupações em relação à fertilidade.

Lembre-se de que cada pessoa é única e pode ter circunstâncias e necessidades específicas em relação à saúde reprodutiva. Consultar um médico especialista em fertilidade ou ginecologia é fundamental para receber orientações personalizadas e adequadas ao seu caso.

Existem várias opções para preservar a fertilidade em casos de doenças ou tratamentos que possam comprometer a capacidade reprodutiva. Aqui estão algumas opções comumente utilizadas:

  1. Congelamento de óvulos: Também conhecido como criopreservação de óvulos, é um procedimento em que os óvulos são coletados, congelados e armazenados para uso futuro. Isso é especialmente útil para mulheres que desejam preservar sua fertilidade antes de iniciar tratamentos médicos que possam afetar seus óvulos, como quimioterapia ou radioterapia.
  2. Congelamento de embriões: Após a fertilização in vitro (FIV), os embriões resultantes podem ser congelados e armazenados para uso futuro. Essa é uma opção para casais que estão passando por tratamentos médicos que possam afetar a fertilidade, permitindo que possam tentar uma gravidez posteriormente.
  3. Preservação do tecido ovariano: Em casos específicos, como em mulheres jovens com câncer, é possível remover e congelar parte do tecido ovariano antes do tratamento médico. Esse tecido pode ser transplantado de volta após a recuperação da doença, ajudando a restaurar a função ovariana e a fertilidade.
  4. Inibição ovariana temporária: Em alguns casos, o uso de medicamentos para inibir temporariamente a função ovariana pode ajudar a proteger os óvulos durante tratamentos médicos agressivos. Essa abordagem é mais comum em pacientes que recebem quimioterapia ou radioterapia.

É importante ressaltar que cada caso é único e requer uma avaliação individualizada. É fundamental discutir com o seu médico especialista em reprodução assistida ou oncologista para entender as opções disponíveis e qual a mais adequada para o seu caso específico. O tempo disponível antes do tratamento médico, a idade, a saúde geral e outros fatores devem ser considerados para tomar a decisão mais adequada em relação à preservação da fertilidade.

Manter uma boa saúde íntima e prevenir doenças ginecológicas é essencial para o bem-estar feminino. Aqui estão algumas medidas importantes a serem seguidas:

  1. Higiene adequada: Mantenha uma higiene íntima adequada, lavando suavemente a área genital externa com água morna e um sabonete suave e sem fragrância. Evite duchas vaginais, pois podem alterar o equilíbrio natural da flora vaginal e aumentar o risco de infecções.
  2. Uso de roupas adequadas: Use roupas íntimas de algodão, que permitem a ventilação adequada da área genital. Evite roupas muito justas ou feitas de tecidos sintéticos, pois podem reter umidade e promover o crescimento bacteriano.
  3. Práticas sexuais seguras: Use preservativo (camisinha) durante as relações sexuais para reduzir o risco de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e prevenir gravidez indesejada. Se tiver múltiplos parceiros, faça exames regulares para detectar ISTs.
  4. Vacinação: Verifique com o seu médico a possibilidade de receber vacinas contra doenças como o HPV (Papilomavírus Humano), que pode causar câncer cervical e outras doenças relacionadas.
  5. Exames regulares: Faça exames ginecológicos regulares, como o Papanicolau, para rastrear alterações nas células cervicais que possam indicar condições pré-cancerígenas ou câncer cervical. Além disso, consulte seu médico regularmente para avaliação da saúde ginecológica em geral.
  6. Conheça seu corpo: Fique atenta a quaisquer mudanças em sua saúde íntima, como coceira, odor incomum, corrimento vaginal excessivo, dor durante as relações sexuais ou menstruação irregular. Se notar algo fora do comum, consulte seu médico para avaliação e tratamento adequados.
  7. Estilo de vida saudável: Mantenha um estilo de vida saudável, incluindo uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, controle do estresse e sono adequado. Isso ajudará a fortalecer o sistema imunológico e manter um equilíbrio hormonal saudável.
  8. Não ignore os sinais de alerta: Se sentir qualquer desconforto, dor persistente, sangramento anormal ou suspeita de infecção, consulte imediatamente seu médico. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para uma boa saúde ginecológica.

Lembrando que cada mulher é única e pode ter necessidades específicas. Portanto, é importante consultar regularmente um médico ginecologista para obter orientações personalizadas e realizar exames preventivos, de acordo com sua idade, histórico médico e fatores de risco específicos.

Durante a gravidez e o período pós-parto, é essencial adotar cuidados específicos para garantir a saúde da mãe e do bebê. Aqui estão algumas recomendações importantes:

Durante a gravidez:

  1. Pré-natal regular: Faça consultas pré-natais regulares com um médico obstetra para monitorar o desenvolvimento do bebê, realizar exames de rotina, receber orientações sobre nutrição, ganho de peso, exercícios e outras preocupações relacionadas à gravidez.
  2. Alimentação saudável: Mantenha uma dieta equilibrada e nutritiva, rica em frutas, legumes, grãos integrais, proteínas magras e laticínios. Evite alimentos crus ou mal cozidos, bem como bebidas alcoólicas e cafeína em excesso. Tome suplementos vitamínicos e minerais, conforme recomendado pelo seu médico.
  3. Exercícios físicos: Realize atividades físicas leves a moderadas, adequadas para gestantes. Caminhadas, natação e ioga pré-natal são excelentes opções. Consulte seu médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios e evite atividades de alto impacto ou que possam apresentar riscos para você ou seu bebê.
  4. Descanse e durma adequadamente: Priorize o descanso e durma o suficiente para garantir o bem-estar tanto para você quanto para o bebê em desenvolvimento. Encontre uma posição confortável para dormir, usando travesseiros para apoiar sua barriga.
  5. Evite substâncias prejudiciais: Abstenha-se de fumar, consumir álcool e usar drogas ilícitas durante a gravidez, pois essas substâncias podem causar danos ao bebê.

Durante o pós-parto:

  1. Cuidados pós-parto: Siga as orientações médicas para cuidados com a incisão (se houver cesariana), higiene adequada e tratamento de episiotomia (se realizada). Utilize absorventes higiênicos adequados para o sangramento pós-parto.
  2. Amamentação: Se optar por amamentar, busque orientação de um profissional de saúde ou consultora em amamentação para aprender técnicas corretas de amamentação e obter apoio para superar desafios iniciais. Mantenha uma dieta saudável para promover a produção de leite materno.
  3. Descanso e autocuidado: É importante descansar sempre que possível e cuidar de si mesma. Peça ajuda a familiares ou amigos para auxiliar nas tarefas domésticas e cuidados com o bebê.
  4. Apoio emocional: A maternidade pode ser desafiadora emocionalmente. Busque apoio de familiares, amigos e grupos de apoio para compartilhar suas experiências e obter suporte emocional.
  5. Contracepção: Discuta com seu médico a escolha do método contraceptivo adequado para evitar uma gravidez não planejada após o parto.

Lembre-se de que cada gravidez e experiência pós-parto são únicas. É fundamental seguir as orientações do seu médico e entrar em contato com ele se tiver alguma dúvida, preocupação ou sintoma incomum durante esse período.

Os sintomas da menopausa podem variar de mulher para mulher, mas os mais comuns incluem ondas de calor, suores noturnos, alterações de humor, problemas de sono, ressecamento vaginal e diminuição da libido. Existem várias opções de tratamento para aliviar esses sintomas, como terapia hormonal, terapia não hormonal, medicamentos específicos e mudanças no estilo de vida. É importante discutir com seu médico quais opções são mais adequadas para você, considerando seu histórico de saúde e preferências individuais.

Durante a menopausa, ocorre uma diminuição dos níveis de estrogênio, o que pode levar a uma perda de massa óssea e aumentar o risco de osteoporose. É importante adotar medidas para manter a saúde óssea, como consumir uma dieta rica em cálcio e vitamina D, praticar exercícios de fortalecimento ósseo, evitar o tabagismo e limitar o consumo de álcool. Se necessário, seu médico pode recomendar a suplementação de cálcio e vitamina D, além de avaliar a necessidade de medicamentos para prevenir a osteoporose.

Durante a perimenopausa, período que antecede a menopausa, a ovulação pode se tornar irregular, mas ainda é possível engravidar. Após a menopausa, quando ocorreu a interrupção definitiva dos ciclos menstruais por pelo menos 12 meses, a gravidez natural se torna extremamente improvável. No entanto, é importante continuar utilizando métodos contraceptivos até que seu médico confirme que você não está mais em risco de engravidar. Se você está considerando ter um filho durante a perimenopausa, converse com seu médico sobre as opções disponíveis, como a fertilização in vitro (FIV) ou a doação de óvulos.

O tratamento com laser íntimo, também conhecido como rejuvenescimento vaginal a laser, é um procedimento não invasivo que utiliza energia a laser para estimular a produção de colágeno e melhorar a saúde e a aparência da região vaginal. Ele pode ajudar a tratar problemas como flacidez vaginal, ressecamento, perda de elasticidade, incontinência urinária leve, atrofia vaginal e desconforto durante as relações sexuais. Os benefícios incluem o fortalecimento dos tecidos vaginais, aumento da lubrificação natural, melhoria na qualidade da vida sexual e aumento da confiança e bem-estar geral.

O procedimento de laser íntimo é geralmente realizado por um profissional de saúde qualificado em um consultório médico. Envolve a aplicação de um dispositivo de laser na área vaginal, que emite pulsos de energia controlados para estimular a produção de colágeno. A maioria das mulheres relata uma sensação de calor ou formigamento durante o tratamento, mas a dor é geralmente mínima. Em alguns casos, pode ser utilizado um anestésico tópico para minimizar qualquer desconforto. O procedimento é rápido, seguro e não requer tempo de recuperação significativo.

O número de sessões necessárias pode variar de acordo com as necessidades individuais e o tipo de laser utilizado. Geralmente, são recomendadas de 2 a 4 sessões, com um intervalo de algumas semanas entre elas. Os resultados podem ser percebidos logo após o tratamento inicial, mas melhorias adicionais podem ocorrer ao longo do tempo, à medida que o colágeno continua a se regenerar. A duração dos efeitos do tratamento também pode variar, mas muitas mulheres relatam benefícios duradouros por vários meses a anos. É possível realizar sessões de manutenção periódicas para prolongar os resultados.



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